"Software de prateleira" não paga CIDE e Imposto de Renda
Um dos argumentos para o uso de programas como o BrOffice.org, ou outros programas de código aberto ou software livre, é a economia que pode ser gerado a partir do uso destes e conseqüente não pagamento pelas licenças de uso.
Na contra-argumentação, empresas como a Microsoft, que vendem seu pacote de escritório na bagatela de preços acima de R$ 1.000,00, geram empregos e renda para o país. A cadeia de trabalhos indiretos é muito grande, pois precisamos analisar q são gráficas, indústria de CDs, logística e revendas, no entanto, estas empresas não são exclusivas para estes produtos, mas sim UM entre muitos clientes que estas empresas atendem. Outro argumento forte é que estes softwares também geram IMPOSTOS!
Para minha surpresa (e não sei porque ainda me espanto) estas empresas conseguiram um parecer positivo para NÃO RECOLHER impostos federais, como foi anunciado na reportagem da Convergência Digital.
Conseqüência disto é que o (alegado) valor agregado por estas opções acabou de se diluir um pouco mais do já defasado discurso proprietário.
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