4 razões para testar o LibreOffice Release Candidate

O pacote de aplicativos está disponível para Windows, Mac OS X e Linux, e em vários idiomas, inclusive em português.

A The Document Foundation lançou no final de dezembro, a Release Candidate 2 (RC2) – versão que antecede a final – do LibreOffice.

O BrOffice, desde a criação da TDF, segue a linha de desenvolvimento do LibreOffice. Ao instalar os pacotes em português do Brasil já estará instalando o BrOffice. (nota da comunidade).

Liberado apenas após o lançamento da terceira versão beta, a RC está disponível para as plataformas Windows, Mac OS X e Linux e em vários idiomas, inclusive em português.

A versão ainda não é adequada à aplicação definitiva em sistemas corporativos, devido à existência de possíveis falhas que serão corrigidas na edição final. No entanto, desde que o projeto foi divulgado, esta é a melhor oportunidade para testar o programa.

1. Melhorias
Em comparação com o OpenOffice.org 3.3 - o qual acaba de ganhar a oitava RC - foram acrescentadas inúmeras melhorias ao LibreOffice, com o intuito de aprimorar o desempenho do programa e torná-lo ainda mais atraente para os usuários corporativos.

A otimização do código tem sido um foco importante no processo de desenvolvimento do pacote. Com desenvolvedores, por exemplo, trabalhando para aumentar a qualidade e a estabilidade do código herdado do OpenOffice.org.

Porém, ainda mais notável, é que todos os módulos do pacote estão sendo submetidos a extensas revisões, para incluir novos recursos, melhorar a compatibilidade com o Microsoft Office e oferecer um desempenho mais consistente.

2. Livre-se da Oracle
Desde que a Oracle adquiriu a Sun Microsystems em 2010, muitas foram as preocupações sobre o futuro do OpenOffice.org, como também de outros projetos open source herdados pela companhia.

Mas, enquanto a instituição continua afirmando publicamente o seu compromisso em manter o OpenOffice.org, muitas dúvidas tem sido levantadas sobre suas reais intenções. Por exemplo, ao processar a Google por usar Java no sistema móvel Android ou por encerrar o projeto OpenSolaris.

Além disso, recentemente, a empresa reclamou a propriedade do projeto Hudson, originalmente desenvolvido pela Sun Microsystems. Tais ações foram em grande parte a razão pela qual a The Document Foundation resolveu desenvolver o LibreOffice.

Com uma estrutura independente e aberta, o projeto já recebeu apoio de organizações como: Google, Novell, Red Hat, a Canonical, The Open Source Initiative e NeoOffice.

3. Grátis
Como todo o software livre e open source, o LibreOffice não está apenas livre de um controle corporativo, como também é gratuito.

Você também pode baixar e testar a suite sem nenhum compromisso financeiro.

4. É apenas o começo
O LibreOffice 3.3 promete ser uma versão melhor e mais estável do OpenOffice.org, mas, considerando que se passaram poucos meses desde que o projeto foi anunciado, é claro que é apenas um começo.

"Especificamente, o LibreOffice permitirá que os usuários se concentrem na produção de documentos e não na parte mecânica do software", declarou Charles Schulz, porta-voz da The Document Foundation.

De fato, o LibreOffice promete ser mais estável, mais compatível e mais poderoso que os demais pacotes de código aberto para escritórios.

Assim que a versão final for lançada, muitas das principais distribuições Linux substituirão o OpenOffice.org pelo LibreOffice, então não existe melhor momento para verificar os recursos deste novo software.
(Katherine Noyes)

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/computacao_corporativa/2010/12/07/4-razoes-para-testar-o-libreoffice-release-candidate/

Back to top